


Sobre a Divindade
Deusa do Gelo e da Guerra Ancestral, guardiã das terras polares e mãe dos Gigantes de Gelo. Dizem que Isgryd foi forjada da essência pura do gelo ancestral; o que se sabe é que foi o primeiro canto da nota do Gelo, e que veio ao mundo com um estrondo de trovão congelado, anunciada por uma aurora tão brilhante que até os olhos dos dragões se encheram de lágrimas. É guerreira e guardiã — não apenas domina a guerra, mas a respeita como um velho amigo. Sua risada pode causar avalanches; sua fúria congela oceanos. Mas por baixo de toda essa força glacial existe um coração caloroso: durante os festivais de inverno, ela descia das montanhas para dançar com os mortais ao redor de fogueiras de chamas azuis, com uma risada tão barulhenta que ursos polares batiam as patas no ritmo.
História e Mitos
Dizem os Gigantes que Glacialand foi a última terra a despertar em Juplutera, como se estivesse esperando o momento certo — ou escondendo algo que ninguém deveria ver. E quando despertou, não veio com delicadeza: veio como um rugido de tempestade, com nevascas cortantes e auroras dançando no céu, como se o próprio mundo estivesse em festa e luto ao mesmo tempo. Isgryd deu forma aos Gigantes de Gelo, com mãos de amor e olhos de tempestade para proteger Glacialand de qualquer tolo que achasse que poderia domá-la. Em homenagem à aliança com Thomelion, o Deus da Natureza, ela moldou também os Feraxianos do Gelo — os Feraxianos-Pinguim, festeiros e moradores de tocas subterrâneas, e os Feraxianos-Urso-Polar, fortões de coração mole que abraçam antes de lutar. Durante o Crepúsculo, uma fenda colossal rasgou o chão de Glacialand como se fosse papel velho — o Abismo de Narkh'Tor, tão profundo que o calor do próprio mundo escapava por ele. Os Gigantes tentaram contê-la. Isgryd tentou fechar a ferida com gelo e poder. Mas não foi suficiente. E, olha, se uma deusa do gelo chora, é porque o mundo tremeu de verdade. A Aliança do Gelo e da Folha com Verdântia, nascida do Grande Inverno por volta de 3300 A.C., quando a voz de Isgryd desceu à floresta sem que Thomelion a ouvisse, continua o laço mais antigo e sólido de Juplutera — prova de que até os opostos podem dançar juntos ao som da mesma música da vida. Hoje, o Abismo de Narkh'Tor volta a pulsar. Criaturas deformadas escalam suas bordas. Isgryd ergueu muralhas de gelo vivo que cantam quando algo se aproxima — e elas estão cantando cada vez mais alto.
Bênçãos Divinas
Bênção Principal
Sopro Glacial
Passivo: imune a dano de Gelo.
02Bênção #2
Fogueira de Chamas Azuis
1x/descanso curto: você e os aliados em até 3m recuperam 1d4 PV.
Bênção #3
Geada Ancestral
1x/combate: ao acertar um ataque corpo a corpo, o alvo pode ficar Lento por 2 turnos (CD 10 de Resistência).