Selyne Junco-Quieto
Elfa que cuida da nascente do rio de antes de Balamark, no Oásis da Canção-das-Pedras, e dá de beber a quem chega por trilhas que nenhum mapa da corte registra. Não pergunta quem mostrou o caminho, e não responde quando lhe perguntam por que o oásis ainda canta.
Conexões do Mundo
Presença no Mundo
História e Presença
Bebam devagar e não perguntem quem lhes mostrou o caminho, que ela sabe a resposta e não dá. Selyne veio de Verdântia, mandada pelos guardiões dos mapas élficos para conferir uma folha em branco no leste, onde os registros antigos falavam de uma floresta e hoje há só ferrugem; na volta parou no Oásis para beber e não foi embora. Ficou porque aqui a Natureza ainda responde, quando no resto de Corrósia ela cede ao Metal. Cuida da nascente que a Corte Sangrenta represou e não conseguiu secar, e dá de beber aos Rebeldes de Dorrak e a quem mais vier, sem perguntar nome. Domínium, que fica de frente, sabe e deixa; Selyne não sabe por quê, e diz que não precisa saber. Reza a Thomelion, que declarou não tentar curar de novo o Deserto da Coroa Enferrujada, e acha que ele acertou: há coisa que a cura piora. Perguntei se a água sempre cantara assim. Selyne inclinou a cabeça, escutou a nota subir entre as colunas e disse que cantava antes de ela chegar, e que o que ela faz é só não atrapalhar.
Elfa de pele clara queimada de sol e olhos verde-oliva, da cor da bacia, com os cabelos compridos presos num trançado de junco seco. Veste um manto curto de linho cru, bom para andar em água rasa, e traz ao ombro uma cabaça de barro sempre pronta para encher. Quando o vento passa entre as colunas, para o que está fazendo e inclina a cabeça, como quem conta as notas.
Loja do NPC
Outros Rostos da Região
Também presentes em Corrósia