Recado para o Pouso
50 XP
80![]()
Solaryon existe acima das nuvens, no centro-norte de uma ilha flutuante que se move lentamente — tão lentamente que gerações inteiras de habitantes nunca percebem o movimento, mas cartógrafos que tentaram mapear sua posição em relação ao mundo abaixo encontram discrepâncias de dezenas de quilômetros entre medições separadas por um século. A cidade em si é construída sobre a própria ilha de nuvens petrificadas que formam Aetherius: um material que parece névoa mas sustenta peso, que parece branco mas muda de tom com a luz do dia — dourado pela manhã, branco-puro ao meio-dia, rosa-cobre ao pôr do sol. As ruas de Solaryon são largas e sinuosas, sem ângulos retos — os Anjos Celestiais que as projetaram não pensavam em termos de grade. No centro, o Castelo de Lumen é identificável de qualquer ponto da cidade porque emite uma luz constante, suave, que não ofusca mas elimina completamente qualquer sombra em seu entorno. Jardins voadores — plataformas de nuvem-petrificada com solo encantado — flutuam a várias alturas acima das ruas, conectados por escadarias de cristal que sobem suavemente sem esforço físico perceptível para quem os usa. A cidade escolhe seus visitantes: forasteiros com intenções sombrias simplesmente não encontram o portal de entrada, por mais que tentem.

Solaryon existe acima das nuvens, no centro-norte de uma ilha flutuante que se move lentamente — tão lentamente que gerações inteiras de habitantes nunca percebem o movimento, mas cartógrafos que tentaram mapear sua posição em relação ao mundo abaixo encontram discrepâncias de dezenas de quilômetros entre medições separadas por um século. A cidade em si é construída sobre a própria ilha de nuvens petrificadas que formam Aetherius: um material que parece névoa mas sustenta peso, que parece branco mas muda de tom com a luz do dia — dourado pela manhã, branco-puro ao meio-dia, rosa-cobre ao pôr do sol. As ruas de Solaryon são largas e sinuosas, sem ângulos retos — os Anjos Celestiais que as projetaram não pensavam em termos de grade. No centro, o Castelo de Lumen é identificável de qualquer ponto da cidade porque emite uma luz constante, suave, que não ofusca mas elimina completamente qualquer sombra em seu entorno. Jardins voadores — plataformas de nuvem-petrificada com solo encantado — flutuam a várias alturas acima das ruas, conectados por escadarias de cristal que sobem suavemente sem esforço físico perceptível para quem os usa. A cidade escolhe seus visitantes: forasteiros com intenções sombrias simplesmente não encontram o portal de entrada, por mais que tentem.
Solaryon foi fundada por Theriel no momento em que ele ergueu Aetherius aos céus. O deus não planejou a cidade em detalhes — ele ergueu a ilha e, quando deu forma aos primeiros Anjos Celestiais, na Era das Raças, disse-lhes que ali seria o seu lar, e que eles decidissem como fazê-lo crescer. A primeira construção foi o Castelo de Lumen, que Theriel ergueu em um único dia como ponto de ancoragem espiritual. Tudo o mais foi construído pelos próprios habitantes ao longo de milênios. No Crepúsculo, Solaryon foi atacada por corrompidos que subiram pelas correntes de ar tempestuosas. A batalha, que coube em poucas horas, destruiu um terço da cidade, e as marcas ainda são visíveis em alguns bairros onde as construções são mais novas e ligeiramente diferentes na arquitetura. O Príncipe Tarkiel, governante atual desde cerca de 1700 D.C., está no processo de abrir portais permanentes entre Solaryon e o mundo abaixo — uma iniciativa controversa entre a população mais conservadora dos Anjos, que acredita que o isolamento de Aetherius é proteção, não arrogância. Três portais-teste já foram abertos, por volta de 1750, 1800 e 1900 D.C.; dois funcionam regularmente, ambos com Radiantia, e recebem visitantes aprovados pela Muralha Celestis, e o terceiro, com Arcanópolis, abre e fecha sem avisar.
Cidade principal de uma região, sede do poder e cultura.
Líderes / Responsáveis
Tarkiel
Príncipe de Aetherius
Vendedores
Elaris Luz-do-Alvorecer