Santuário das Chamas Azuis
Templo aberto de Isgryd no leste de Glacialand, nos arredores de Frostspire: um anel de colunas de gelo em volta de um grande braseiro de pedra onde arde uma chama azul. Não tem telhado, porque a cobertura que interessa é o céu. Cheiro de fumaça fria e resina, o crepitar baixo da chama e, nas noites de aurora, uma luz verde e violeta correndo pelas colunas.
Sobre o Local
Templo aberto de Isgryd no leste de Glacialand, nos arredores de Frostspire: um anel de colunas de gelo em volta de um grande braseiro de pedra onde arde uma chama azul. Não tem telhado, porque a cobertura que interessa é o céu. Cheiro de fumaça fria e resina, o crepitar baixo da chama e, nas noites de aurora, uma luz verde e violeta correndo pelas colunas.
Aproximem as mãos do braseiro, que a chama azul esquenta e não ofende, e escutem o crepitar, porque daqui saiu um festival inteiro. Por volta de 700 A.C., na Era Divina, quando os mortais já tinham aprendido a pedir e os deuses a aparecer, os Gigantes acenderam uma fogueira de chama azul numa noite de inverno e convidaram Isgryd a dançar. Foi o primeiro Festival das Chamas Azuis. Ela desceu das montanhas, dançou com a gente em volta do fogo, e a risada dela foi tão forte que uma avalanche desabou do Paredão dos Anos sem ferir ninguém, e todos acharam que era aplauso. Por isso o Santuário que depois se ergueu no lugar da fogueira, com colunas de gelo assentadas a canto como em Frostspire, fica de costas para o paredão, por precaução. O festival cai na noite mais longa do ano. Os Feraxianos-Pinguim dos Salões de Varnhöll chegam semanas antes para ensaiar as danças no gelo, os ursos-polares batem as patas no ritmo, e o que Isgryd faz no meio dos dançarinos ninguém vê: só se sabe que ela chegou porque a chama se curva, de repente, para o lado em que ela se sentou. Os velhos dizem que, quando a chama se curva para o oeste, para o lado do Abismo, o ano vai ser duro. Eu vi a chama se curvar para o lado do meu copo e decidi tomar como elogio.
Avaliação de Risco
Ficha do Local
Local de culto e adoração a um dos doze deuses.