Academia dos Verdoarcanos
Escola de jovens druídicos que misturam raiz e luz arcana, no centro-sul da floresta, entre Arboris Magna e a Fortaleza de Raizforte. Estufas de vidro vivo, cercas de cipó que acendem em arco ao anoitecer e um cheiro de terra molhada misturado a ozônio. De dentro vem um zumbido de cristal; de fora, a discussão dos anciãos.

Sobre o Local
Escola de jovens druídicos que misturam raiz e luz arcana, no centro-sul da floresta, entre Arboris Magna e a Fortaleza de Raizforte. Estufas de vidro vivo, cercas de cipó que acendem em arco ao anoitecer e um cheiro de terra molhada misturado a ozônio. De dentro vem um zumbido de cristal; de fora, a discussão dos anciãos.
Ah, esta é a escola que dá insônia aos anciãos. Por volta de 1750 D.C., no começo do Pressentimento, um punhado de jovens druídicos achou que a floresta merecia ferramentas novas e fundou a Academia dos Verdoarcanos no meio do caminho entre a capital e a fortaleza do sul. Eles não querem roubar a nota de ninguém, e sabem que não podem: a nota pertence ao elemento, não ao sangue. O que fazem é ouvir a raiz até ela concordar com um engenho, e é aí que mora a graça e o perigo. Os anciãos de Arboris Magna lembram a Cicatriz de Verdan e franzem a testa; Arcanópolis, de longe, finge desinteresse e manda observadores. Todo ano os alunos plantam sementes na Cicatriz, para ver se a terra aceita, e todo ano a Cicatriz as guarda sem germinar. Eles voltam no ano seguinte. Eu admiro quem insiste, e anoto.
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Centro de ensino mágico, arcano ou marcial.
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