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Arboris Magna

Arboris Magna existe em uma floresta de árvores tão grandes que "grande" parece uma subestimação calculista: os troncos têm entre trinta e oitenta metros de circunferência, as copas ficam entre duzentos e quatrocentos metros acima do solo. A cidade é construída inteiramente nessas copas: plataformas que crescem dos próprios galhos — não construídas sobre eles, mas literalmente crescidas, como extensões da árvore que o Conselho Verde solicita que cresçam. A Árvore Primordial no centro de Arboris Magna não tem tronco único, mas múltiplos que emergem do solo em um raio de trinta metros e se fundem a aproximadamente cinquenta metros de altura em uma massa única que é impossível de circular por baixo dos galhos entrelaçados — há pontos de entrada específicos, conhecidos pelos Feraxianos que vivem na cidade, por onde a luz passa em ângulos que permitem navegação. O som de Arboris Magna é uma sinfonia constante: vento nas folhas em frequências diferentes dependendo da altitude, criaturas que habitam as copas, os sons que as próprias raízes produzem transmitidos para cima pelo tronco. O cronista Borin Valeclaro afirma ser possível ouvir a batida da Árvore Primordial encostando o ouvido ao solo — os Feraxianos confirmam isso sem surpresa.

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Sobre o Local

Arboris Magna existe em uma floresta de árvores tão grandes que "grande" parece uma subestimação calculista: os troncos têm entre trinta e oitenta metros de circunferência, as copas ficam entre duzentos e quatrocentos metros acima do solo. A cidade é construída inteiramente nessas copas: plataformas que crescem dos próprios galhos — não construídas sobre eles, mas literalmente crescidas, como extensões da árvore que o Conselho Verde solicita que cresçam. A Árvore Primordial no centro de Arboris Magna não tem tronco único, mas múltiplos que emergem do solo em um raio de trinta metros e se fundem a aproximadamente cinquenta metros de altura em uma massa única que é impossível de circular por baixo dos galhos entrelaçados — há pontos de entrada específicos, conhecidos pelos Feraxianos que vivem na cidade, por onde a luz passa em ângulos que permitem navegação. O som de Arboris Magna é uma sinfonia constante: vento nas folhas em frequências diferentes dependendo da altitude, criaturas que habitam as copas, os sons que as próprias raízes produzem transmitidos para cima pelo tronco. O cronista Borin Valeclaro afirma ser possível ouvir a batida da Árvore Primordial encostando o ouvido ao solo — os Feraxianos confirmam isso sem surpresa.

Arboris Magna é a cidade mais antiga de Verdântia e, possivelmente, a mais antiga de Juplutera. Por volta de 5000 A.C., no começo da Era das Raças, os Feraxianos, o primeiro povo a quem Thomelion deu forma, simplesmente começaram a viver nas copas das maiores árvores, antes que existissem conceitos de "cidade" ou "capital"; ela é mais velha até que Solarion, de Radiantia (por volta de 4500 A.C.). A formalização de Arboris Magna como entidade política aconteceu com Sylvannis Verdan, o primeiro Guardião Verde, que estabeleceu o Conselho Verde como modelo de governança — não porque havia falta de ordem antes, mas porque havia necessidade de coordenação entre comunidades de diferentes espécies que chegavam às copas. Dizem que Verdan era filho de Thomelion com uma leoa feraxiana; os anciãos não confirmam nem desmentem. O Guardião Verde vive enquanto a Árvore Primordial o aceita, ligado a ela como a dríade à sua Árvore Coração, e por isso os reinados duram séculos: Verdan guiou a cidade por milênios, até o fim da Guerra das Folhas Ardentes, por volta de 1200 A.C., e depois dele vieram onze guardiões em cerca de três mil e duzentos anos. A Guerra das Folhas Ardentes, que Arcanópolis iniciou por volta de 1400 A.C. ao tentar extrair energia mágica das florestas sagradas de Verdântia, atingiu Arboris Magna com um impacto que o décimo-segundo Guardião Verde conhece pela memória da própria Árvore: ele não viveu a guerra, mas leu nos galhos o momento que descreve como "a única vez que a Árvore Primordial parou de pulsar por um breve momento". O incidente da Cicatriz de Verdan — a seção de floresta que não se recuperou e foi deixada como memorial — existe como lembrança física de que a vida tem limites que a ganância pode ultrapassar. Elandor Sylvannis, o atual guardião, recebeu o nome em homenagem ao herói da Garganta, cujo grupo, dizem, incluía feraxianos da floresta, e governa em equilíbrio entre dois grupos crescentemente distintos dentro de Arboris Magna: os Verdoarcanos, jovens que querem integrar elementos de outras civilizações à vida da cidade, e os anciões que acreditam que cada adição é um passo na direção do que quase destruiu Verdântia antes.

Avaliação de Risco

Nível de perigo1/10
0Criaturas
—Nível Máx.
—Rank Elite

Ficha do Local

TipoCapital
Categoriaaglomeracao
RegiãoVerdântia

Cidade principal de uma região, sede do poder e cultura.

Presença no Mundo

1NPCs
7Missões
0Receitas
0Batalhas

Personagens