Árvore Primordial
A Árvore Primordial não é uma árvore no sentido de um organismo singular — é um organismo singular que tem aparência de múltiplas árvores fundidas. Os múltiplos troncos que emergem do solo em um raio de trinta metros têm casca de cores diferentes: alguns são de um castanho-escuro comum, outros de um cinza-prateado, outros de um verde-escuro que parece mais vegetal do que madeira. A fusão dos troncos a cinquenta metros de altura cria uma massa de volume impossível de calcular a olho nu, coberta de uma casca que parece respirar — contrai e expande em ciclos de aproximadamente vinte segundos, perceptível ao toque mas não à visão à distância. As folhas da Árvore Primordial são de tamanhos que variam do tamanho de uma palma da mão ao tamanho de uma pessoa adulta, e nenhuma cai: o ciclo que as outras árvores de Juplutera seguem de brotar, crescer, cair e se decompor não existe aqui. Folhas que atingem o fim de seu ciclo fotossintético simplesmente deixam de ser verdes — ficam translúcidas, depois quase invisíveis, e desaparecem sem soltar-se do galho. O chão ao redor da Árvore Primordial é o único lugar de Arboris Magna onde Thomelion é sentido como presença física por qualquer ser com sensibilidade espiritual mínima: não como visão, não como voz, mas como a sensação de ser percebido por algo vastamente maior e antigo.

Sobre o Local
A Árvore Primordial não é uma árvore no sentido de um organismo singular — é um organismo singular que tem aparência de múltiplas árvores fundidas. Os múltiplos troncos que emergem do solo em um raio de trinta metros têm casca de cores diferentes: alguns são de um castanho-escuro comum, outros de um cinza-prateado, outros de um verde-escuro que parece mais vegetal do que madeira. A fusão dos troncos a cinquenta metros de altura cria uma massa de volume impossível de calcular a olho nu, coberta de uma casca que parece respirar — contrai e expande em ciclos de aproximadamente vinte segundos, perceptível ao toque mas não à visão à distância. As folhas da Árvore Primordial são de tamanhos que variam do tamanho de uma palma da mão ao tamanho de uma pessoa adulta, e nenhuma cai: o ciclo que as outras árvores de Juplutera seguem de brotar, crescer, cair e se decompor não existe aqui. Folhas que atingem o fim de seu ciclo fotossintético simplesmente deixam de ser verdes — ficam translúcidas, depois quase invisíveis, e desaparecem sem soltar-se do galho. O chão ao redor da Árvore Primordial é o único lugar de Arboris Magna onde Thomelion é sentido como presença física por qualquer ser com sensibilidade espiritual mínima: não como visão, não como voz, mas como a sensação de ser percebido por algo vastamente maior e antigo.
A Árvore Primordial é o primeiro canto da nota Natureza. Quando as Essências cantaram a nota, a Árvore brotou, e junto dela nasceu Thomelion: ele é a voz, e ela é a raiz. Por isso os druidas contam que Thomelion nasceu da Árvore, e por isso ele nunca tentou reivindicar autoria sobre ela: entre os dois não há quem veio primeiro, e sim quem canta e quem sustenta. A Árvore é anterior a qualquer povo, a qualquer cidade e a qualquer ano da Contagem; é a vida que surge porque o mundo permite vida, não porque alguém a planejou. Os galhos da Árvore Primordial guardam memórias — isso é verificável por qualquer Feraxiano treinado que toque os galhos com a intenção de ouvir. As memórias não são organizadas cronologicamente: são fragmentos de eventos que tiveram significado suficiente para serem retidos pela Árvore, e entre eles está o da Guerra das Folhas Ardentes, que o Guardião Verde de hoje aprendeu a ler. O fato de que a Árvore retém memórias seletivamente implica que ela tem critérios de seleção, o que implica que ela tem preferências, o que implica que ela tem algo equivalente a valores. Thomelion, quando questionado sobre os valores da Árvore, responde que "ela valoriza o que continua a vida — não a vida de um ser específico, mas a possibilidade de vida como fenômeno". Isso é suficientemente amplo para incluir quase tudo. E suficientemente específico para excluir exatamente o que ameaça a vida como fenômeno.
Avaliação de Risco
Ficha do Local
Local de culto e adoração a um dos doze deuses.