RuínamisterioPerigo: 5/10

Pilares do Cerco

Dois pilares finos de nuvem-petrificada que sobem do chão de Aetherius e terminam em copas de nuvem, um a oeste de Solaryon, junto à floresta do centro-oeste, e outro no sudeste, perto de uns telhados baixos e a caminho da Beira dos Caídos. Mais altos que qualquer torre da ilha e estreitos demais para parecerem seguros, são o que restou das colunas de tempestade do Crepúsculo. Cheiro de chuva que não caiu, um zumbido grave que sobe pela pedra e um vento que muda de lado sem aviso.

Sobre o Local

Dois pilares finos de nuvem-petrificada que sobem do chão de Aetherius e terminam em copas de nuvem, um a oeste de Solaryon, junto à floresta do centro-oeste, e outro no sudeste, perto de uns telhados baixos e a caminho da Beira dos Caídos. Mais altos que qualquer torre da ilha e estreitos demais para parecerem seguros, são o que restou das colunas de tempestade do Crepúsculo. Cheiro de chuva que não caiu, um zumbido grave que sobe pela pedra e um vento que muda de lado sem aviso.

Olhem para cima e depois para o chão, que o que aconteceu aqui foi dos dois lados. No Ano 0, em poucas horas, os corrompidos subiram a Aetherius pelas tempestades que ligam o mar ao céu, e duas dessas colunas de vento ficaram cravadas na ilha, uma a oeste de Solaryon e outra no sudeste. Foi em volta delas que o cerco apertou. Os arcanjos desceram pelo meio da tempestade como estrelas cadentes, Theriel liderou o front com a luz do alvorecer, e as fadas teceram moral enquanto puderam. Ao fim do mesmo dia, quando a escuridão recuou, as tempestades não se desfizeram: pararam em pé e endureceram em pedra, e dizem os anjos que foi Theriel quem as mandou ficar. Os geógrafos de Radiantia gostam de chamar os pilares de cicatriz. Os anjos respondem que cicatriz é o que não fecha, e que a pedra daqui canta a nota do Ar como qualquer outra. Do pilar do oeste se vê Solaryon, e nela os bairros refeitos, de arquitetura um pouco diferente: o terço que a cidade perdeu naquele dia. Os moradores dizem que olhar para os pilares é um jeito de lembrar onde a cidade acaba. O perigo é prático. O vento das copas muda sem aviso e as nuvens do topo não seguram o pé, e mais de um curioso que tentou escalar voltou nos braços de um arcanjo, sem bronca, porque arcanjo aprendeu a descer com paciência. Uma vez por ano as Fadas dos Galhos de Cristal vêm ao pilar do oeste e riem ali, baixinho, o único lugar onde sabem rir baixinho. Perguntei por quê. Disseram que ainda dói, e que riso é o remédio que elas têm.

Avaliação de Risco

Nível de perigo5/10
1Criaturas
4Nível Máx.
—Rank Elite

Ficha do Local

TipoRuína
Categoriamisterio
RegiãoAetherius

Resquícios de civilizações antigas com segredos ocultos.

Presença no Mundo

0NPCs
0Missões
0Receitas
0Batalhas

Personagens

Nenhum NPC neste local.

Criaturas do Local

1

Missões Neste Local

Nenhuma missão ou objetivo registrado aqui.