
Bandido
humanoide
46 PV
Lv.5
Passagem aberta entre as encostas sudoeste das Montanhas Arcantinas e as mesas vermelhas de Corrósia, num desfiladeiro de pedra cor de ferrugem. Trilha larga de carroça, postos de pesagem sem bandeira e carroças de minério paradas à beira do caminho. Cheiro de metal quente e de poeira vermelha, o rangido de eixo carregado e o zumbido de runas de balança em todos os cantos.
Passagem aberta entre as encostas sudoeste das Montanhas Arcantinas e as mesas vermelhas de Corrósia, num desfiladeiro de pedra cor de ferrugem. Trilha larga de carroça, postos de pesagem sem bandeira e carroças de minério paradas à beira do caminho. Cheiro de metal quente e de poeira vermelha, o rangido de eixo carregado e o zumbido de runas de balança em todos os cantos.
Mostrem o peso antes de perguntar o preço. O Passo Vermelho é a estrada de minério de Arcanópolis desde o Dreno, por volta de 1400 A.C., quando as Minas Mudas calaram e a cidade passou a comprar fora o metal que a montanha já não dava. Fica onde as encostas do anel descem para as mesas vermelhas de Corrósia, e ali ninguém é inimigo nem amigo: troca-se metal de uma pureza de fazer qualquer encantador de runas salivar, pesa-se duas vezes, paga-se uma e desconfia-se de todo mundo em voz baixa. O Raio de Runathar e o Metal de Balamark são ambos da Matéria, e por isso se ouvem: dizem que é daí que vem o bom entendimento entre a runa de Arcanópolis e o minério de Corrósia, o único que nenhum dos dois lados discute. Em Corrósia há quem jure que os magos de Lumivéria gostariam de pôr as mãos no minério e na mão de obra; em Lumivéria, claro, negam, com um sorriso e uma conta bem paga. Quem tem razão? Eu só conto o que me contaram, meus caros, e o Passo não toma partido: só cobra pedágio.
Terreno que o governante da região pode conceder a uma aliança, para erguer a sua fortaleza.