
Bandido
humanoide
46 PV
Lv.5
Ponte de aço draxoniano sobre o cânion do Zhor'Kar, logo abaixo da queda das Cataratas de Zhor'Kar, ligando as duas metades de Draxônia numa única faixa de metal escuro. Não tem corrimão, porque grade é fraqueza. Cheiro de névoa e ferro molhado, o estrondo da queda no alto e, lá embaixo, o rio azul correndo entre pedras de cores que não existem nas paredes.

Ponte de aço draxoniano sobre o cânion do Zhor'Kar, logo abaixo da queda das Cataratas de Zhor'Kar, ligando as duas metades de Draxônia numa única faixa de metal escuro. Não tem corrimão, porque grade é fraqueza. Cheiro de névoa e ferro molhado, o estrondo da queda no alto e, lá embaixo, o rio azul correndo entre pedras de cores que não existem nas paredes.
Atravessem com cuidado e, se tiverem fôlego, não atravessem por ela. A Ponte de Aço tem uns trezentos anos, por volta de 1700 D.C., e foi erguida pelos ferreiros de Gorthamir quando o comércio se cansou de esperar quem tivesse coragem de nadar. Hoje passam por ela as carroças, os mensageiros e o percentual que os cinco clãs das Minas pagam a Gorthamir, e nunca balançou nem sob uma tropa inteira. Mas o deus que rasgou as cataratas queria um divisor, e para os orcs divisor de deus não se atravessa a pé seco. O banho antes da batalha é bem mais velho que o aço: entra-se pela margem norte, deixa-se a água bater o tempo que cada um decide, sai-se pela margem sul, surdo e satisfeito. Quem faz o caminho a nado, sem a ponte, é mais respeitado pelos clãs, e quem usa a ponte, ainda que pelo mesmo rio e com o mesmo destino, passa por quem tem pressa. Por baixo dos pés, o braço sul do rio segue o cânion até o Porto de Khodor, sem pressa e sem pedir licença a ninguém. Anotei que a ponte aproxima as margens, e que o rio, que as separou primeiro, não parece ter notado.
Terreno que o governante da região pode conceder a uma aliança, para erguer a sua fortaleza.