Florestas de Corálion
Abssalia · Perigo 2/10
Enrolada nos galhos de coral de roxo e âmbar, a cobra acompanha as correntes e escolhe o colhedor que se distrai com o brilho das algas.
A cobra que o capim esconde: paciente, silenciosa e sempre no exato lugar onde o pé vai pisar.

Escamas cor de palha seca que somem entre folha, pedra e terra, e uma língua fina que prova o ar antes de qualquer movimento. Só o sibilo, curto como um riscar de pano, e o brilho do olho entregam onde ela está.
A cobra que o capim esconde: paciente, silenciosa e sempre no exato lugar onde o pé vai pisar.
Cobra não morde por maldade, meus caros: morde porque alguém pisou onde ela dormia, e passa o resto do dia na dúvida se errou. Colhedores e pastores aprendem cedo a olhar o chão antes do horizonte; os que demoram a aprender costumam ensinar aos outros do pior jeito. Ela, ao menos, troca de pele a cada estação e deixa o erro velho para trás, coisa que muita gente nunca aprendeu.
Em qualquer região que tenha um local deste tipo.
Florestas de Corálion
Abssalia · Perigo 2/10
Enrolada nos galhos de coral de roxo e âmbar, a cobra acompanha as correntes e escolhe o colhedor que se distrai com o brilho das algas.
Recife Pálido
Abssalia · Perigo 4/10
Nos bancos de areia do recife, onde a cobra descansa sobre o coral cor de osso e se enrosca nas poças que a maré baixa deixa.
Campos Sussurrantes
Aetherius · Perigo 2/10
No capim alto dos Campos, onde a cobra dorme na faixa dourada do entardecer e só acorda quando alguém pisa fora do compasso.
Deserto da Coroa Enferrujada
Corrósia · Perigo 6/10
Entre as estacas de madeira negra, onde a cobra se enrola na areia vermelha e dorme sob os líquens, que são tudo o que ainda cresce ali.
Lagoa de Rejeito
Corrósia · Perigo 6/10
Nas valas de pedra da Lagoa, onde a cobra descansa na crosta rachada e se enrosca onde a água, de tão grossa, não reflete o céu.
Oásis da Canção-das-Pedras
Corrósia · Perigo 3/10
No junco baixo das poças, onde a cobra dorme na pedra úmida e escolhe quem se debruça para beber depressa.
Mangue dos Respiradores
Draxônia · Perigo 5/10
Na lama até o pescoço do Mangue dos Respiradores, onde a cobra nada ao lado do aprendiz e só se mostra depois do último fôlego.
Selva Faminta
Draxônia · Perigo 6/10
Entre os cipós baixos da Selva Faminta, onde a cobra espera quem para para escutar e descobre que o barulho era o bom sinal.
Bosque de Lux
Radiantia · Perigo 1/10
Nas raízes dos troncos pálidos de Lux, onde o chão macio engole o passo e a cobra aproveita o silêncio.
Campos de Auroraviva
Radiantia · Perigo 3/10
No capim dourado de Auroraviva, onde só o sibilo denuncia quem está ali.
Grande Rio Thal'Rath
Spharadis · Perigo 2/10
No capim ralo das margens do Thal'Rath, onde a cobra espera quem vem beber e escolhe sempre o último da caravana.
Pedras Rachadas
Spharadis · Perigo 5/10
Na sombra das fendas dos pilares, onde a cobra dorme na pedra fria e se enrosca no risco de luz que entra pela rachadura.
Savana de Akrahmil
Spharadis · Perigo 6/10
No capim alto de Akrahmil, onde a cobra espera o rastro dos caçadores e é das primeiras feras a se agitar, três dias antes de qualquer desembarque.
Último Jardim
Spharadis · Perigo 4/10
No chão úmido do Último Jardim, onde a cobra dorme na grama que o deserto ainda não colheu e acorda com quem entra sem tirar a areia da bota.
Clareira das Árvores-Coração
Verdântia · Perigo 1/10
Entre as pedras com nome da Clareira, onde a cobra dorme sob o fio de cada árvore e só acorda quando alguém pisa no que não conhece.
Este é o repertório completo da criatura. Em combate ela sorteia, a cada turno, entre as habilidades prontas e o ataque básico (que nunca sai da lista); uma habilidade usada precisa de alguns turnos de recarga antes de voltar. A criatura não gasta PM.
A criatura morde e deixa um fio de peçonha na ferida.