
Bandido
humanoide
46 PV
Lv.5
Fortaleza de ferro negro e pedra vermelha na entrada da Serra das Correntes Nobres, sobre o desfiladeiro que sobe a Domínium, no centro-oeste de Corrósia. Muralhas sem ameias, uma única porta de ferro e torres de vigia de onde se enxerga a estrada inteira. Cheiro de óleo de armas e de ferro frio, o compasso seco de botas em formação e o silêncio de quem vigia sem ter rosto.
Fortaleza de ferro negro e pedra vermelha na entrada da Serra das Correntes Nobres, sobre o desfiladeiro que sobe a Domínium, no centro-oeste de Corrósia. Muralhas sem ameias, uma única porta de ferro e torres de vigia de onde se enxerga a estrada inteira. Cheiro de óleo de armas e de ferro frio, o compasso seco de botas em formação e o silêncio de quem vigia sem ter rosto.
Não encarem as máscaras. Elas não encaram de volta, e é isso que assusta. O Bastião é o quartel da Guarda Mascarada, a tropa de Domínium, de máscaras de ferro sem expressão, que Garulador postou na entrada da Serra logo no começo do reinado, quando decidiu que cada desfiladeiro, cada ponte e cada falha na muralha teria um par de olhos que ninguém pudesse odiar. O truque é o rosto: o capataz tem nome, vizinho e terra de origem, e dá para odiá-lo com precisão; a Guarda não tem nada disso, e quem não tem rosto não tem de quem se vingar. A fortaleza fica sobre o desfiladeiro que sobe à capital, e quem quer chegar a Domínium passa por baixo dela, o que a Guarda sabe e agradece. É a Justiça de Balamark em versão de pedra: sem rosto, sem pressa, sem apelação. Os nobres de Domínium nunca mostram o rosto, meus caros. A Guarda só tem a decência de usar a máscara onde se vê.
Estrutura defensiva com guarnição permanente.
Objetivos que ocorrem aqui
Chegar ao Bastião da Guarda Mascarada
F Recado para o Bastião da Guarda Mascarada